AstroTV 07 - 5 curiosidades sobre Saturno

          Novo AstroTV no ar! Aqui falamos sobre algumas curiosidades super interessantes sobre o segundo maior Planeta do sistema solar, Saturno. Ajude a divulgar o vídeo!



                 
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Postado por Astronomiaqui

ABC da Astronomia


O ABC da Astronomia é uma série que viaja pelo alfabeto da língua portuguesa e, em 30 episódios, apresenta os principais conceitos da ciência que estuda as estrelas. A cada programa, o professor e astrônomo Walmir Cardoso nos mostra um tema derivado de uma letra. Animações, fotos espaciais e imagens de arquivo complementam a viagem espacial que traz, como grande diferencial, o ponto de vista do hemisfério sul sobre os temas e conceitos.



Episódio 1: Astronomia

Sinopse: Este é o episódio de abertura da série que fala das definições gerais da ciência, e principalmente da evolução histórica da Astronomia. Desde os primeiros olhares do homem até a Astronomia Extragaláctica. Dos Zigurates mesopotâmicos, ao Hubble, um convite ao universo.



Episódio 2: Ano luz

Sinopse: Uma unidade de tempo para medir distâncias astronômicas. As estratégias para calcular a velocidade da luz e as maneiras de encontrar distâncias entre os astros. Olhar para o céu é ver o que está no passado.


Episódio 3:  Big Bang

Sinopse: Será que tudo começou numa grande explosão? O programa mostra que a coisa é muito mais complexa. O universo segue em expansão acelerada e o nosso jovem Sistema Solar nascido 9,5 bilhões de anos do começo de tudo, viaja nessa expansão com toda a nossa galáxia.


Episódio 4: Cruzeiro do Sul

Sinopse: Ligar as estrelas e formar figuras é exercício de criação de todas as culturas. Mas o que é mesmo uma constelação? As estrelas do Cruzeiro do Sul têm alguma coisa em comum? Conheça algumas constelações dos indígenas brasileiros.


Episódio 5: Distâncias

Sinopse: Estamos falando de distâncias “astronômicas” e para isso precisamos de técnicas especiais de medida. Os ângulos e os efeitos que enganam nossos olhos e os que nos ajudam a criar métodos de medida no desafio de conhecer o universo.


Episódio 6: Estrelas

Sinopse: Elas são gigantescas fornalhas em constante atividade, produzindo energia e todos os elementos que compõem a natureza que conhecemos inclusive nós mesmos. Talvez seja por isso que nos encantem tanto quando olhamos para seu brilho no céu noturno.


Episódio 7:  Fases da Lua

Sinopse: É tudo um jogo de luz e sombra. O sistema Sol, Terra, Lua oferece belos espetáculos para nós, felizardos espectadores. Mas o que parece simples tem muitos detalhes que o programa esclarece.


Episódio 8: Galáxias

Sinopse: O conceito de Galáxia começou por definições filosóficas e hoje os observatórios contabilizam bilhões de imensos grupos de bilhões de estrelas, poeira, gás e formas pouco conhecidas de matéria. Dizem até que muitas delas têm nos seus núcleos super buracos negros.


Episódio 9:  Heliocentrismo

Sinopse: No início era a Terra o centro de tudo. Depois de muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.


Episódio 10: Invisível

Sinopse: A luz visível traz muita informação do universo, mas ela é apenas uma pequena parcela de todas as radiações que já detectamos no universo. A Astronomia do Invisível está em busca de mais segredos escondidos nas microondas, raios X, raios Gama.


Episódio 11: Júpiter

Sinopse: Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Episódio 12: Kepler

Sinopse: As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.


Episódio 13: Lua

Sinopse: Ela nasceu de uma colisão e influência nossas marés e embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em uma série de 6 missões que levaram 3 anos. Tem muito mais sobre a inspiradora de poemas nesse programa.


Episódio 14: Meteoros

Sinopse: Antes de chegar são METEORÓIDES, quando riscam a atmosfera são METEOROS. Quando são grandes e chegam ao nosso chão, são METEORITOS. Eles são tudo isso e nós os chamamos de Estrelas Cadentes. Ah... Também falamos das chuvas de METEOROS nesse episódio.


Episódio 15: Noite

Sinopse: O Sol vai embora e a noite começa. Mas porque a noite é escura?

As outras estrelas e todo o resto do universo não deviam brilhar no céu inteiro? A resposta a esta pergunta pode estar na teoria do Big Bang. É... A noite tem muitos mistérios.


Episódio 16: Observatórios

Sinopse: Os primeiros observatórios só usavam referências para o olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas cada vez mais surpreendentes.


Episódio 17: Planetas

Sinopse: Para os Gregos a palavra é errante, porque esses astros aparecem em posições diferentes no céu a cada dia. O Sol e a Lua já foram planetas. Já mandamos robôs para Vênus e Marte, e sondas para Júpiter Saturno e outros mais. Agora estamos olhando para planetas fora do Sistema Solar.


Episódio 18: Quadrantes

Sinopse: O Quadrante é uma ferramenta para olhar para o céu. Com um pouco de geometria e matemática os navegantes atravessaram oceanos. Com mais cálculo e mais matemática e com os Quadrantes mais sofisticados organizamos nossas descobertas sobre o céu.


Episódio 19: Rotação e Revolução

Sinopse: Quando a gente pensa nos movimentos da Terra e da maioria dos planetas fica fácil imaginar todos girando no mesmo sentido e na mesma direção. Mas nem sempre é assim. Tem planeta que “rola”, e tem planeta que gira ao contrário. E tem mais, muito mais no programa.


Episódio 20: Sol

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.


Episódio 21: Terra

Sinopse: A Terra só é do jeito que é por causa das coisas que aconteceram na sua superfície, inclusive por causa das plantas, dos animais e outras espécies que surgiram por aqui. Nós temos parte nisso tudo, mas já sabemos que a encrenca que armamos está em nossas mãos. 


Episódio 22: Universo

Sinopse: Essa palavra dá uma sensação de que a gente nunca chega lá. Então o programa tenta escalar as distâncias para termos uma noção mais próxima do humano das dimensões do que ainda temos por conhecer.


Episódio 23: Via Láctea

Sinopse: No céu é uma faixa clara. No espaço, é a nossa galáxia. No imaginário da Grécia antiga é um rio de leite. Na visão dos brasileiros originais é o caminho da Anta pela floresta. Na visão das nossas crianças... É preciso levá-las para onde possam vê-la.


Episódio 24: Wolf

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Além de todos os filtros e das sondas que já enviamos, é preciso criar referências. O número de WOLF cria uma das mais importantes para observar o comportamento das manchas solares.


Episódio 25: Raios X

Sinopse: O raio X atravessa nossos ossos e vira fotografia de dentro da gente.
Todas as estrelas emitem raio X. A maioria dos astros também, inclusive os buracos negros. Para ver os Raios X das estrelas, é melhor ir pra fora da Terra.


Episódio 26: Yuri Gagarin

Sinopse: Será que o primeiro homem fora da Terra já tinha decorado seu texto: “A Terra é azul”! Parece mais um espanto de um homem simples, mas nada era simples na guerra fria que acelerou a corrida espacial.


Episódio 27: Zodíaco

Sinopse: A faixa do ZODÍACO é notável porque o Sol e os planetas passam por ela ao longo do tempo. Era de se esperar que as estrelas da região fossem mais observadas gerando figuras na imaginação dos povos. Mas ela não é tão estática como muitos gostariam. Ela se transforma e hoje abriga 13 constelações. Acompanhe no programa.


Episódio 28: Constelações

Sinopse: Nesse episódio vamos viajar pelo céu como o vemos com nossos olhos, reconhecendo as estrelas mais brilhantes do céu. É um roteiro para o prazer de olhar o céu com amigos numa noite sem poluição.


Episódio 29: Vida

Sinopse: A gente tem uma noção intuitiva do que é a vida. Mas como identificá-la no Universo? Será que ela só se manifesta por aqui? Será que ela pode ter características totalmente diferentes da nossa? As pesquisas por vida inteligente vão chegar a algum resultado?


Episódio 30: Buracos Negros

Sinopse: Dá um pouco de medo imaginar um lugar que suga tudo pra dentro dele. Mas parece que se não fosse por um deles a nossa galáxia não estaria equilibrada. Essa ideia nasceu bem antes da cosmologia moderna mas ganhou forma nas equações de Enstein.



Créditos: www.tvescola.mec.gov.br






























quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Postado por Alison MB

Carl Sagan - O Pálido Ponto Azul



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Postado por Deborah Fabri

Amanhecer e Entardecer em Marte

6 Imagens fantásticas mostrando como é o nascer do Sol marciano







Créditos: HiRISE Orbiter

Agora o pôr do Sol: 



Por que o pôr do sol em Marte é azul?

Na Terra, as partículas da atmosfera dispersam a luz azul. Quando um raio de luz atinge essas partículas, os comprimentos de onda da cor azul são desviados do caminho e são atirados para fora, de forma aleatória. À medida que saem da atmosfera, esses comprimentos de onda atingem outras partículas no ar, e parte volta para a superfície da Terra. Quem está na superfície olha para o céu, vê a luz que está se espalhando para baixo, e diz que o céu é azul. Enquanto isso, a luz direta do Sol perdeu seu comprimento de onda da cor azul: eles se espalharam pelo céu. Aí sobram apenas os comprimentos de onda com cores mais quentes do espectro de luz – então quando as pessoas olham para o sol, eles dizem que ele é amarelo. Quando chega o pôr do sol, as pessoas olham para o Sol numa atmosfera que filtra mais as cores, então ele parece ficar mais vermelho, amarelo e intenso.
Em Marte, exatamente o oposto acontece. A poeira vermelha na atmosfera dispersa a luz vermelha, então quem estiver em Marte estará vendo um céu vermelho. Enquanto isso, os comprimentos de onda vermelhos são filtrados e retirados da luz vinda do Sol, deixando a luz com cores mais frias do espectro de luz. Então quem vê o Sol vai achar que ele é azul. Sensacional. 

Esta imagem foi registrada dia 19 de maio de 2005 pelo rover spirit. 


Créditos: NASA, Science Daily, gizmodo.

sábado, 18 de janeiro de 2014
Postado por Deborah Fabri

O que é halo solar e lunar?

  O halo é um fenômeno caracterizado por um "anel" de luz em volta do Sol ou da Lua. Isso acontece por causa da luz que é emitida desses astros e acabam refletindo nos cristais de gelo que estão na atmosfera em nuvens. A luz refratada e refletida pelos cristais de gelo, pode-se dividir em cores quase próximo a um arco-íris. Quanto ao seu tamanho, ele é variado, mas, o mais comum é de 22º.

Halo Solar:


Halo Lunar:
  Esse texto ficou bem simples... Qualquer dúvida, deixe nos comentários que tentaremos lhe responder!



quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Postado por Daniel S.

Imagem da semana: Imagem da Galáxia do Sombreiro feita pelo telescópio Hale


  Essa fantástica imagem da Galáxia do Sombreiro (M104), ela se torna muito interessante por causa da sua imensa faixa de poeira "escura" em volta do seu centro que é muito brilhante. Esta é uma galáxia do tipo espiral, foi descoberta em 1912, fica a 28 milhões de anos-luz de distância na constelação de virgo. Linda imagem não?



Fonte de imagem: http://apod.nasa.gov/apod/ap130715.html
Créditos de imagem:  Caltech/Palomar Observatory/Paul Gardner, Salvatore Grasso, and Ryan Hannahoe
terça-feira, 16 de julho de 2013
Postado por Daniel S.
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Dicas para observação do céu noturno.


   Aqui neste texto vou tentar dar algumas dicas para que você tenha um melhor conhecimento do céu que irá observar e também como ter um bom aproveito das suas observações.



  Não vá pensando em comprar logo de cara um telescópio, achando que irá observar imagens iguais ou bem próximas a do telescópio espacial Hubble, não é assim, alguns Planetas mesmo os maiores se parecem com um ponto de luz em alguns telescópios, antes de compra-lo conheça bem o céu.
  Para você poder encontrar o que deseja com mais facilidade é bom conhecer as constelações e saber reconhece-las no céu para poder encontrar o astro. Existe softwares de Astronomia que mostra o que está visível no céu, como o Stellarium por exemplo. Tem ainda o planisfério que é um mapa celeste, ele mostra as constelações, Planetas, galáxias, etc. É muito bom este também.


  Não vamos nos esquecer de deixar o local confortável para observação, agasalhe-se bem, se você ainda não tem um telescópio, tente se familiarizar com o céu noturno e depois compre o telescópio ou um binóculo, quando já tiver o equipamento, tenha bastante paciência, pois até conseguir focar em uma Galáxia ou uma Nebulosa muito distante pode levar horas!
  Então é isso, essas são dicas básicas para uma boa observação do céu, se você achou que o texto não está completo e ainda está com mais alguma dúvida ou curiosidade do assunto, deixe seu comentário abaixo que iremos responder. Espero ter ajudado! Boa observação!


Postado por Daniel S.

Unidos somos a mudança! (texto de opinião)

  Acredito que você esteja pensando, por que uma página de Astronomia publica um post deste tema? Bom, o Astronomiaqui deseja que o Brasil se torne um país melhor, um lugar sem pobreza, sem corrupção e sem uma série de outros problemas que cercam nosso país. Se esses problemas fossem  resolvidos, acredito que até a área da Astronomia se tornaria algo melhor explorado em nosso país.
  Não é necessário violência para querer transformar o Brasil em um lugar melhor, muito pelo contrário, precisamos trilhar pelo caminho da paz, assim as coisas serão melhor resolvidas.
  O Astronomiaqui apoia a melhora do país!
  Deixamos aqui um simples vídeo, que será como um recado para que possamos melhorar e nos melhorar.


quarta-feira, 19 de junho de 2013
Postado por Astronomiaqui

Estrelas de nêutrons são bilhões de vezes mais resistentes e pesadas do que o aço

Representação meramente ilustrativa de uma estrela de nêutrons

    "Por incrível que pareça, isso é verdade", diz Charles Horowitz, da Universidade de Indiana, nos EUA.
    Segundo Horowitz, o material da superfície de uma estrela de nêutrons aguenta sem esforços 10 bilhões de vezes a pressão equivalente para partir o aço, isso significa que uma estrela de nêutrons carrega em si o material mais resistente do Universo.

    A partir de simulações feitas em computador, a equipe de Horowitz chegou a conclusão de que uma colher do material estelar teria um peso de 100 milhões de toneladas, sendo assim, o único objeto mais denso que uma estrela de nêutrons é um buraco negro.
    De acordo com Horowitz, as simulações foram aplicadas a uma pequena área da camada externa de uma estrela de nêutrons, onde foram rastreados os deslocamentos individuais de mais de 12 milhões de partículas. "Conseguimos calcular com bastante precisão a deformação exercida sobre a crosta estelar, que apenas se rompe sobre regiões 'montanhosas' da estrela", disse o pesquisador. Essas montanhas seriam, no entender de Horowitz, irregularidades na superfície da estrela capazes de produzir ondas gravitacionais que, ao menos em teoria, alterariam o espaço-tempo.

Curiosidades sobre as estrelas de nêutrons:

- O tamanho de uma estrela de nêutrons é de, em média, 10 km.
- Esse tipo de estrela gira em torno de si mesma entre 5 e 700 vezes por segundo, dependendo da estrela.


Fonte:
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Postado por Gabriel

A classificação do tipo das Estrelas

   
Quando observamos o céu noturno estrelado, percebemos que há alguma diferença entre as Estrelas, algumas são mais brilhantes outras menos, tem tonalidades de cor diferente uma das outras, isso já é um tipo básico de classificar as Estrelas.
     A coleta de dados feita para conhecer os diferentes tipos de Estrelas não é tão fácil quanto parece, pois mesmo com grandes e potentes telescópios que o homem já construiu, as Estrelas se mostram apenas como um pequeno ponto de luz, o que impossibilita os astrônomos de fazer um estudo bem detalhadinho das Estrelas, a única Estrela que pode ser estudada em detalhes é o Sol, que é a Estrela mais próxima da Terra.
     A cor das Estrelas depende muito da sua temperatura, mas, o seu tamanho sempre varia, quanto mais uma Estrela aumenta de tamanho mais ela "esfria", digamos assim.
     Os astrônomos utilizam a espectroscopia para decompor a luz que vem das Estrelas, para analisar e estudar as intensidades dos comprimentos de onda das demais Estrelas. Uma cientista que colaborou muito para esse estudo das Estrelas, feito com espectroscopia foi a Annie Jump Cannon que conseguiu provar a relação da cor das Estrelas e seus elementos.
     Veja alguns tipos espectrais das Estrelas:
  • Tipo O - A sua temperatura é superior a 25000K. São Estrelas azuis
  • Tipo B - 11000 - 25000K -São estrelas com azul mais claro.
  • Tipo A - 7500 - 11000K -A cor é amarelada.
  • Tipo G - 5000 - 6000K - O Sol faz parte deste tipo de estrelas.
  • Tipo K - 3500 - 5000K - São estrelas de cor vermelha e/ou alaranjada.
  • Tipo M - temperatura abaixo de 3500 ºC
     Se você tiver alguma dúvida, deixe nos comentários abaixo que com certeza tentaremos responder.

sexta-feira, 24 de maio de 2013
Postado por Daniel S.

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