Rosetta: Philae envia a primeira foto direto do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko!

     Hoje sem dúvidas é um dia histórico para a exploração espacial! A sonda Philae conseguiu pousar com sucesso na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko na tarde de hoje (12 de novembro) após algumas horas de tensão no ESOC, na Alemanha.
     O pouso foi presenciado por vários chefes de estado, inclusive, alguns deles discursaram após o pouso bem sucedido.
     Philae já enviou a primeira fotografia da superfície do cometa, e a qualquer instante serão divulgadas novas fotos.
Créditos: ESA/CNES


Momento do pouso: Comemoração e emoção por parte dos cientistas e chefes de estado presentes no ESOC.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Postado por Gabriel

Rosetta e Philae: Separação confirmada!


Agência Espacial Européia (ESA) confirmou nesta manhã, 12 de Novembro, a separação das sondas Rosetta e Philae.

Philae está rumo à superfície do cometa 67P/ Churyumov-Gerasimenko e se tudo der certo, será a primeira sonda a pousar em um cometa. 

A separação foi confirmada pelo ESOC (Centro de Operações Espaciais) da ESA em Darmstadt, na Alemanha ás 09:03 GMT (07:03 pelo horário de Brasília), mas segundo a ESA, os sinais de rádio demoram 28 minutos para viajar da nave para a Terra, então a separação ocorreu exatamente ás 08:35 GMT, 06:35 GMT-3.

A descida para a superfície do cometa levará cerca de 7 horas, e enviará imagens de sua descida, logo após o feito, a sonda deverá mandar um relatório sobre sua "saúde".

A transmissão da descida na sonda Philae está sendo feita também pelo Astronomiaqui, clique aqui para acompanhar!

Reprodução: ESA



Postado por Gabriel

AO VIVO: Philae tenta pouso histórico em cometa!

     Nesta quarta-feira, 12 de novembro, a sonda Philae tentará um pouso inédito sobre a superfície de um cometa! O evento será transmitido ao vivo, e se tudo ocorrer como o planejado, será a primeira vez na história que uma nave realiza esse tipo de missão!


 ASSISTA AO VIVO!

 
     A nave-mãe Rosetta deverá liberar o pequeno explorador Philae às 06h35 (Brasília), quando estiver orbitando a apenas 22.5 km acima do cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, situado a 508 milhões de km da Terra. Sete horas após ser liberada, às 13h30 (Brasília), Philae deverá pousar sobre o cometa, em uma localidade batizada de Agilkia. Tudo será transmitido ao vivo pela Agência Espacial Europeia e poderá ser visto nesta página do Astronomiaqui. 

     Devido à distância até a Terra, os sinais enviados por Rosetta e Philae só deverão chegar à Terra 28 minutos depois de emitidos. Isso significa que as confirmações da separação e pouso serão feitas as 07h03 (Brasília) e 14h00 (Brasília). 

      Embora a etapa de separação não represente risco para a sonda Philae, a segurança do pouso sobre o local escolhido ainda é uma incógnita. 67P/Churyumov–Gerasimenko é uma rocha bastante irregular, que se move a 19 km/s e gira no espaço completando uma volta a cada 12 horas aproximadamente. Isso significa que a sonda Philae deverá pousar em um alvo em movimento e com solo de baixa densidade, quase poroso. Nestas condições, a sonda poderá sofrer avarias irreparáveis caso ocorram imprevistos de trajetória. 

 Estilingadas Gravitacionais

     Para atingir seu objetivo, desde que foi lançada em 2 de março de 2004, Rosetta recebeu algumas "estilingadas gravitacionais" da Terra e de Marte, que a ajudaram a ganhar mais velocidade. A primeira estilingada foi em 4 de março de 2005, quando a Terra arremessou a sonda em direção a Marte, que a mandou de volta ao nosso planeta em 25 de fevereiro de 2007. Em setembro de 2008 a nave sobrevoou o asteroide 2867 Steins e no final de 2009 Rosetta passou novamente pela Terra, quando recebeu um novo impulso gravitacional que a arremessou em direção ao asteroide 21 Lutetia. Após o estudo de Lutetia e Steins, situados na região conhecida como "cinturão de asteroides", localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter, Rosetta entrou em modo de hibernação, com o computador de bordo parcialmente ativado. Em 20 janeiro de 2014 a nave deixou o modo de hibernação e retomou as operações que a levarão até o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko Rosetta já orbitou o Sol por cinco vezes e segundo os responsáveis pelo projeto, essa é a mais complexa exploração de um cometa jamais vista. 

O cometa 

    O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko foi descoberto em 1969 por Konstantin Churyumov, da Universidade de Kiev, na Ucrânia e seu colega S. Gerasimenko, do Instituto de Astrofísica do Tajiquistão. A rocha tem um núcleo de cerca de 5 quilômetros de largura e orbita o Sol a cada 6.6 anos. Em seu afélio, ponto de maior afastamento do Sol, sua distância chega a atingir 857 milhões de quilômetros, enquanto seu periélio, menor distância da estrela, é de 186 milhões de quilômetros, um pouco maior que a distância da Terra ao Sol.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Postado por Gabriel

Espelho, luz e juventude

Deseja conferir uma imagem antiga sua mas não por meio de fotografias, filmagens e outras tecnologias dessa linha? Simples: olhe ao espelho.

A 30 centímetros de distância de um espelho, sua imagem chegará com um atraso de um nanosegundo. Isso significa 0,000.000.001 segundo – o mesmo que um segundo fracionado em um bilhão de partes.

Mas por que acontece tal atraso? Simples: trata-se do tempo que a luz leva para percorrer o espaço entre o item e o observador.

Veja outros exemplos:

- Caso você esteja a dois metros de um televisor, a imagem do aparelho chegará com 6,67 nanosegundos de atraso. Ou seja, um segundo dividido por aproximadamente 150 milhões;

- Um goleiro posicionado a 80 metros da meta adversária verá este gol com 266,67 nanosegundos de atraso. Ou seja, um segundo fracionado por 3,75 milhões;

- O circuito de Monza, palco do GP da Itália de Fórmula-1 possui 5,793 quilômetros de extensão. Em 2012, a volta mais rápida da prova foi registrada pelo alemão Nico Rosberg, da Mercedes: 1m27s239. Nesse tempo, a luz percorreu no vácuo aproximadamente 26,2 milhões de quilômetros;

- A luz solar refletida na Lua, a 384.400 quilômetros de nosso Planeta, demora 1,281 segundo para “chegar” à Terra. Já a luz do Sol, a 149.600.000 quilômetros, chega-nos diretamente com um atraso próximo a oito minutos e 19 segundos;

- Os astrônomos visualizam Saturno, 1,283 bilhão de quilômetro além da Terra, como “era” há 71 minutos;

- A sonda Voyager 1, a 18 bilhões de quilômetros de nosso planeta, seria vista como “era” há quase uma semana;

- Ao longo de um ano, a luz percorre aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros no vácuo. Essa distância é conhecida como ano-luz.

Da próxima vez em que olhar ao espelho, saiba que aquele é você um “pouquinho” mais jovem.

Postado por Rafael Ligeiro

Super Lua vista do espaço.

O que é Super Lua?
É quando a lua cheia coincide com o momento em que a Lua está mais próxima da Terra, ocorre uma Super Lua e a última aconteceu neste domingo, dia 10/08/2014.

Confira a Super Lua vista do espaço!!!








Créditos: http://www.artemjew.ru/2014/08/10/moonset/#prettyPhoto
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Postado por Deborah Fabri

AstroTV 07 - 5 curiosidades sobre Saturno

          Novo AstroTV no ar! Aqui falamos sobre algumas curiosidades super interessantes sobre o segundo maior Planeta do sistema solar, Saturno. Ajude a divulgar o vídeo!



                 
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Postado por Astronomiaqui

ABC da Astronomia


O ABC da Astronomia é uma série que viaja pelo alfabeto da língua portuguesa e, em 30 episódios, apresenta os principais conceitos da ciência que estuda as estrelas. A cada programa, o professor e astrônomo Walmir Cardoso nos mostra um tema derivado de uma letra. Animações, fotos espaciais e imagens de arquivo complementam a viagem espacial que traz, como grande diferencial, o ponto de vista do hemisfério sul sobre os temas e conceitos.



Episódio 1: Astronomia

Sinopse: Este é o episódio de abertura da série que fala das definições gerais da ciência, e principalmente da evolução histórica da Astronomia. Desde os primeiros olhares do homem até a Astronomia Extragaláctica. Dos Zigurates mesopotâmicos, ao Hubble, um convite ao universo.



Episódio 2: Ano luz

Sinopse: Uma unidade de tempo para medir distâncias astronômicas. As estratégias para calcular a velocidade da luz e as maneiras de encontrar distâncias entre os astros. Olhar para o céu é ver o que está no passado.


Episódio 3:  Big Bang

Sinopse: Será que tudo começou numa grande explosão? O programa mostra que a coisa é muito mais complexa. O universo segue em expansão acelerada e o nosso jovem Sistema Solar nascido 9,5 bilhões de anos do começo de tudo, viaja nessa expansão com toda a nossa galáxia.


Episódio 4: Cruzeiro do Sul

Sinopse: Ligar as estrelas e formar figuras é exercício de criação de todas as culturas. Mas o que é mesmo uma constelação? As estrelas do Cruzeiro do Sul têm alguma coisa em comum? Conheça algumas constelações dos indígenas brasileiros.


Episódio 5: Distâncias

Sinopse: Estamos falando de distâncias “astronômicas” e para isso precisamos de técnicas especiais de medida. Os ângulos e os efeitos que enganam nossos olhos e os que nos ajudam a criar métodos de medida no desafio de conhecer o universo.


Episódio 6: Estrelas

Sinopse: Elas são gigantescas fornalhas em constante atividade, produzindo energia e todos os elementos que compõem a natureza que conhecemos inclusive nós mesmos. Talvez seja por isso que nos encantem tanto quando olhamos para seu brilho no céu noturno.


Episódio 7:  Fases da Lua

Sinopse: É tudo um jogo de luz e sombra. O sistema Sol, Terra, Lua oferece belos espetáculos para nós, felizardos espectadores. Mas o que parece simples tem muitos detalhes que o programa esclarece.


Episódio 8: Galáxias

Sinopse: O conceito de Galáxia começou por definições filosóficas e hoje os observatórios contabilizam bilhões de imensos grupos de bilhões de estrelas, poeira, gás e formas pouco conhecidas de matéria. Dizem até que muitas delas têm nos seus núcleos super buracos negros.


Episódio 9:  Heliocentrismo

Sinopse: No início era a Terra o centro de tudo. Depois de muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.


Episódio 10: Invisível

Sinopse: A luz visível traz muita informação do universo, mas ela é apenas uma pequena parcela de todas as radiações que já detectamos no universo. A Astronomia do Invisível está em busca de mais segredos escondidos nas microondas, raios X, raios Gama.


Episódio 11: Júpiter

Sinopse: Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Episódio 12: Kepler

Sinopse: As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.


Episódio 13: Lua

Sinopse: Ela nasceu de uma colisão e influência nossas marés e embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em uma série de 6 missões que levaram 3 anos. Tem muito mais sobre a inspiradora de poemas nesse programa.


Episódio 14: Meteoros

Sinopse: Antes de chegar são METEORÓIDES, quando riscam a atmosfera são METEOROS. Quando são grandes e chegam ao nosso chão, são METEORITOS. Eles são tudo isso e nós os chamamos de Estrelas Cadentes. Ah... Também falamos das chuvas de METEOROS nesse episódio.


Episódio 15: Noite

Sinopse: O Sol vai embora e a noite começa. Mas porque a noite é escura?

As outras estrelas e todo o resto do universo não deviam brilhar no céu inteiro? A resposta a esta pergunta pode estar na teoria do Big Bang. É... A noite tem muitos mistérios.


Episódio 16: Observatórios

Sinopse: Os primeiros observatórios só usavam referências para o olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas cada vez mais surpreendentes.


Episódio 17: Planetas

Sinopse: Para os Gregos a palavra é errante, porque esses astros aparecem em posições diferentes no céu a cada dia. O Sol e a Lua já foram planetas. Já mandamos robôs para Vênus e Marte, e sondas para Júpiter Saturno e outros mais. Agora estamos olhando para planetas fora do Sistema Solar.


Episódio 18: Quadrantes

Sinopse: O Quadrante é uma ferramenta para olhar para o céu. Com um pouco de geometria e matemática os navegantes atravessaram oceanos. Com mais cálculo e mais matemática e com os Quadrantes mais sofisticados organizamos nossas descobertas sobre o céu.


Episódio 19: Rotação e Revolução

Sinopse: Quando a gente pensa nos movimentos da Terra e da maioria dos planetas fica fácil imaginar todos girando no mesmo sentido e na mesma direção. Mas nem sempre é assim. Tem planeta que “rola”, e tem planeta que gira ao contrário. E tem mais, muito mais no programa.


Episódio 20: Sol

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.


Episódio 21: Terra

Sinopse: A Terra só é do jeito que é por causa das coisas que aconteceram na sua superfície, inclusive por causa das plantas, dos animais e outras espécies que surgiram por aqui. Nós temos parte nisso tudo, mas já sabemos que a encrenca que armamos está em nossas mãos. 


Episódio 22: Universo

Sinopse: Essa palavra dá uma sensação de que a gente nunca chega lá. Então o programa tenta escalar as distâncias para termos uma noção mais próxima do humano das dimensões do que ainda temos por conhecer.


Episódio 23: Via Láctea

Sinopse: No céu é uma faixa clara. No espaço, é a nossa galáxia. No imaginário da Grécia antiga é um rio de leite. Na visão dos brasileiros originais é o caminho da Anta pela floresta. Na visão das nossas crianças... É preciso levá-las para onde possam vê-la.


Episódio 24: Wolf

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Além de todos os filtros e das sondas que já enviamos, é preciso criar referências. O número de WOLF cria uma das mais importantes para observar o comportamento das manchas solares.


Episódio 25: Raios X

Sinopse: O raio X atravessa nossos ossos e vira fotografia de dentro da gente.
Todas as estrelas emitem raio X. A maioria dos astros também, inclusive os buracos negros. Para ver os Raios X das estrelas, é melhor ir pra fora da Terra.


Episódio 26: Yuri Gagarin

Sinopse: Será que o primeiro homem fora da Terra já tinha decorado seu texto: “A Terra é azul”! Parece mais um espanto de um homem simples, mas nada era simples na guerra fria que acelerou a corrida espacial.


Episódio 27: Zodíaco

Sinopse: A faixa do ZODÍACO é notável porque o Sol e os planetas passam por ela ao longo do tempo. Era de se esperar que as estrelas da região fossem mais observadas gerando figuras na imaginação dos povos. Mas ela não é tão estática como muitos gostariam. Ela se transforma e hoje abriga 13 constelações. Acompanhe no programa.


Episódio 28: Constelações

Sinopse: Nesse episódio vamos viajar pelo céu como o vemos com nossos olhos, reconhecendo as estrelas mais brilhantes do céu. É um roteiro para o prazer de olhar o céu com amigos numa noite sem poluição.


Episódio 29: Vida

Sinopse: A gente tem uma noção intuitiva do que é a vida. Mas como identificá-la no Universo? Será que ela só se manifesta por aqui? Será que ela pode ter características totalmente diferentes da nossa? As pesquisas por vida inteligente vão chegar a algum resultado?


Episódio 30: Buracos Negros

Sinopse: Dá um pouco de medo imaginar um lugar que suga tudo pra dentro dele. Mas parece que se não fosse por um deles a nossa galáxia não estaria equilibrada. Essa ideia nasceu bem antes da cosmologia moderna mas ganhou forma nas equações de Enstein.



Créditos: www.tvescola.mec.gov.br






























quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Postado por Alison MB

Carl Sagan - O Pálido Ponto Azul



segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Postado por Deborah Fabri

Amanhecer e Entardecer em Marte

6 Imagens fantásticas mostrando como é o nascer do Sol marciano







Créditos: HiRISE Orbiter

Agora o pôr do Sol: 



Por que o pôr do sol em Marte é azul?

Na Terra, as partículas da atmosfera dispersam a luz azul. Quando um raio de luz atinge essas partículas, os comprimentos de onda da cor azul são desviados do caminho e são atirados para fora, de forma aleatória. À medida que saem da atmosfera, esses comprimentos de onda atingem outras partículas no ar, e parte volta para a superfície da Terra. Quem está na superfície olha para o céu, vê a luz que está se espalhando para baixo, e diz que o céu é azul. Enquanto isso, a luz direta do Sol perdeu seu comprimento de onda da cor azul: eles se espalharam pelo céu. Aí sobram apenas os comprimentos de onda com cores mais quentes do espectro de luz – então quando as pessoas olham para o sol, eles dizem que ele é amarelo. Quando chega o pôr do sol, as pessoas olham para o Sol numa atmosfera que filtra mais as cores, então ele parece ficar mais vermelho, amarelo e intenso.
Em Marte, exatamente o oposto acontece. A poeira vermelha na atmosfera dispersa a luz vermelha, então quem estiver em Marte estará vendo um céu vermelho. Enquanto isso, os comprimentos de onda vermelhos são filtrados e retirados da luz vinda do Sol, deixando a luz com cores mais frias do espectro de luz. Então quem vê o Sol vai achar que ele é azul. Sensacional. 

Esta imagem foi registrada dia 19 de maio de 2005 pelo rover spirit. 


Créditos: NASA, Science Daily, gizmodo.

sábado, 18 de janeiro de 2014
Postado por Deborah Fabri

O que é halo solar e lunar?

  O halo é um fenômeno caracterizado por um "anel" de luz em volta do Sol ou da Lua. Isso acontece por causa da luz que é emitida desses astros e acabam refletindo nos cristais de gelo que estão na atmosfera em nuvens. A luz refratada e refletida pelos cristais de gelo, pode-se dividir em cores quase próximo a um arco-íris. Quanto ao seu tamanho, ele é variado, mas, o mais comum é de 22º.

Halo Solar:


Halo Lunar:
  Esse texto ficou bem simples... Qualquer dúvida, deixe nos comentários que tentaremos lhe responder!



quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Postado por Daniel S.

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