Chuvas em diferentes lugares do Universo


A palavra precipitação, em meteorologia, significa:  qualquer fenômeno relacionado a queda de água de nuvens do céu. Por isso neve, granizo, saraiva e chuva são os principais tipos de precipitação. De uma forma mais abrangente, o termo precipitação significa basicamente queda, algo que cai.
A precipitação na Terra a gente já sabe como funciona: é água. Pode ser água no estado líquido ou sólido (granizo ou neve). O ciclo d’água já é um fato bastante conhecido e apesar de apenas 0,001% da água do planeta estar na atmosfera, essa quantidade é responsável pelas tempestades e nevascas que acontecem em todos os lugares . A água define o nosso planeta, define a vida como conhecemos. Como já diz Guilherme Arantes nessa linda música: Terra, Planeta Água.
A partir de agora, vou falar de chuvas esquisitas. Parece muito estranho quando eu escrevo o digo, mas “chover água” é quase que uma exclusividade da Terra. Recentemente, falamos sobre uma interessante descoberta: de que pode chover água em Saturno. Não é bem uma chuva, na verdade: os anéis de Saturno são compostos por fragmentos de rochas e água. Esses fragmentos podem entrar em atrito uns com os outros.A água presa nas rochas acaba precipitando naquele planeta. Existe água em diversos outros locais do Universo conhecido, não apenas na Terra. O grande ponto é que as temperaturas encontradas nos planetas já conhecidos (de nosso Sistema Solar ou nos exoplanetas) não são adequadas para que a água possa existir nos três estados (sólido, líquido e gasos). E claro, ainda não foi descoberto um planeta com uma atmosfera com composição semelhante a nossa, condição necessária para que haja vida como a conhecemos.
Vamos então falar dos locais onde não chove água.

Vênus
Em Vênus, chove Ácido Sulfúrico. Muito assustador, ainda bem que ningúem vive por lá. O ácido sulfúrico é produzido nas partes mais altas da atmosfera de Vênus, através de uma reação fotoquímica entre CO2(dióxido de carbono), SO2 (dióxido de enxofre) e vapor d’água. A luz ultra violeta do Sol dissocia o dióxido de carbono em monóxido de carbono e oxigênio atômico. O oxigênio atômico (o oxigênio “sozinho”, não na forma do gás oxigênio  O2) é alamente reativo. Ele reage com o dióxido de enxofre, resultando em trióxido de enxofre (SO3). Se o trióxido  de enxofre reagir com o vapor d’água (H2O), teremos então ácido sulfúrico:
CO2 → CO + O
SO2 + O → SO3
SO3 + H2O → H2SO4
Essa chuva de ácido sulfúrico nem chega ao solo venusiano. O ácido sulfúrico evapora no céu, possivelmente formando uma nuvem tipovirga. Nós temos essa nuvem no céu aqui da Terra, já que em alguns casos nossa chuva (que é água, felizmente) pode evaporar antes de atingir a superfície.
Nimbostratus virga. "Virga" é o nome dado a esses penachos que saem da núvem em direção a superfície. Esses "penachos" são na verdade chuva que evapora antes de chegar na superfície.

Além da chuva de ácido sulfúrico, Vênus tem também uma neve feita  de metal. A sonda Magellan (ou sonda Magalhães, em homenagem ao navegador português Fernão de Magalhães), foi uma sonda da NASA lançada em Vênus no final da década de 80. Essa sonda foi projetada de modo a suportar o ácido sulfúrico (que é bem corrosivo) e possibilitou que os cientistas estudassem a superfície e a atmosfera do planeta. A sonda mostrou que as regiões venusianas com maior altitude são muito mais brilhantes do que as partes em que a altitude é menor (se é que a gente pode falar em altitude num local sem mar, mas acho que vocês entenderam rs). Esse brilho pode ser uma forma de neve. Como a temperatura na superfície do planeta é muito alta, muitos metais podem ser vaporizados pelo calor intenso. Forma-se então uma “névoa metálica”. Só que em altitudes mais elevadas, onde é um pouco mais frio, esse metal pode então condensar e precipitar,  formando uma fina camada no solo do planeta. Essa neve pode ser formada por um metal raro chamado telúrio ou até por pirita (chamada também de ‘ouro dos tolos’, o que seria muito legal)


Chuva de Canivete
Mentira, é chuva de vidro mesmo. Mas deve dar quase na mesma em termos de ferimentos. A diferença é que existe um lugar em que chove vidro.  No exoplaneta HD 189733b, localizado a 63 anos-luz da Terra, orbita a estrela HD 189733 A. É um “blue marble” gigante (tem aproximadamente o tamanho de Júpiter):

Impressão artística de HD 189733 b. O planeta foi descoberto em 2005. Em 2011, descobriu-se que ele era azul, usando um processo chamado polarimetria.

Apesar da amigável cor azul, esse planeta não é igual à Terra. Em julho desse ano, foi publicada uma pesquisa que mostra que a precipitação do planeta é vidro derretido. Para que o vidro derreta, a temperatura tem que ser muito alta. A temperatura média em HD 189733b é 1000°C e a velocidade do vento é de cerca de 7000km/h. Partículas de silicato, presentes nas nuvens desse planeta, derretem com o calor intenso, formando “gotas de vidro”. Um processo muito semelhante acontece na Terra, quando raios atingem regiões com areia. O calor intenso provocado pelo raio faz com que a areia derreta, formando os fulguritos.
Fulgurito. Fonte: Wikimedia Commons
Fulgurito. Fonte: Wikimedia Commons


H. Stern Shopping Netuno
O sonho de toda joalheria: em Netuno, chove diamantes. Pelo que entendi, não é exclusividade de Netuno. Chuva de diamantes pode ser encontrada também em Saturno, em Júpiter e em Urano. Aparentemente, o metano, gás encontrado na atmosfera desses  planetas, pode transformar-se em diamantes quando submetido a pressões e temperaturas elevadas, condições que são encontradas no interior desses planetas.
Os diamantes, portanto forma-se e precipitam como granizo em direção ao centro do planeta. Essa interessante descoberta foi feita em 1999/2000, por pesquisadores de Berkeley. Eles fizeram um experimento em que reproduziram em laboratório condições semelhantes àquelas encontradas nesses gigantes gasosos.
Os gigantes gasosos de nosso Sistema Solar estão bem distantes do Sol (alguns exoplanetas são gigantes gasosos bem próximos de sua estrela). Netuno, apesar de estar distante, apresenta um saldo de energia positivo. O calor irradiado por Netuno, de acordo com os cientistas, pode ser causado pela precipitação de diamantes. Ao se acomodarem no núcleo, ocorreria liberação de energia.

   Planeta Rico!!!!

Iron Rain
Em um outro exoplaneta, chamado OGLE-TR-56b, chove pedaços de ferro.
OGLE-TR-56b está localizado a cerca de 4800 anos luz de nosso Sistema Solar. Ou seja, está muito, muito longe. É um planeta gasoso que tem mais ou menos o mesmo tamanho que Júpiter. Está localizado tão próximo de sua estrela ( OGLE-TR-56), que seu peródo de tranlação é de 29h terrestres. Ou seja, 1 ano dura apenas 29h. A temperatura é tão elevada que existe nuvens feitas de átomos de ferro. Essa descoberta é recente,foi publicada em agosto/2013, se não me engano.
Comparação entre os tamanhos de Júpiter e OGLE. Fonte: Wikimedia Commons
Comparação entre os tamanhos de Júpiter e OGLE. Fonte: Wikimedia Commons


Chuva de Metano em Titan
Titan é uma lua de Saturno. 
Além da Terra, Titan é o único corpo celeste até agora descoberto que possui alguma forma líquida estável na superfície. Só que no caso de Titan, os oceanos são feitos de metano.
Cogita-se que Marte teve rios e até oceanos de água, mas se isso aconteceu, foi num passado muito remoto daquele planeta.  Na atualidade, a Terra é o único planeta que possui água em estado líquido na sua superfície. Titan, possui uma outra substância em estado líquido, que é o metano (e em quantidade aparentemente menor, também outro hidrocarboneto, o etano).
Se existem oceanos de metano por lá, uma mente com mais imaginação pode pensar em um ecossistema todo baseado nessa substância, com um ciclo dessa substância bem definida, como nosso ciclo d’água.  Podemos inclusive fazer uma analogia com o ciclo d’água, mas claro, o ciclo do metano ocorre em temperaturas bem menores (o ponto de derretimento do metano é -182°C). Titan possui rios, lagos, chuva, etc, tudo feito de metano.
Representação artística de uma paisagem de Titan. a coloração amarela é resultado da presença de compostos organonitrogenados (como a amônia - NH3) Credit & Copyright: Mark Garlick (Space-art.co.uk)Representação artística de uma paisagem de Titan. a coloração amarela é resultado da presença de compostos organonitrogenados (como a amônia - NH3) Credit & Copyright: Mark Garlick (Space-art.co.uk)

Fonte Original: http://meteoropole.com.br/

Rosetta: Philae envia a primeira foto direto do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko!

     Hoje sem dúvidas é um dia histórico para a exploração espacial! A sonda Philae conseguiu pousar com sucesso na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko na tarde de hoje (12 de novembro) após algumas horas de tensão no ESOC, na Alemanha.
     O pouso foi presenciado por vários chefes de estado, inclusive, alguns deles discursaram após o pouso bem sucedido.
     Philae já enviou a primeira fotografia da superfície do cometa, e a qualquer instante serão divulgadas novas fotos.
Créditos: ESA/CNES


Momento do pouso: Comemoração e emoção por parte dos cientistas e chefes de estado presentes no ESOC.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Postado por Gabriel

Rosetta e Philae: Separação confirmada!


Agência Espacial Européia (ESA) confirmou nesta manhã, 12 de Novembro, a separação das sondas Rosetta e Philae.

Philae está rumo à superfície do cometa 67P/ Churyumov-Gerasimenko e se tudo der certo, será a primeira sonda a pousar em um cometa. 

A separação foi confirmada pelo ESOC (Centro de Operações Espaciais) da ESA em Darmstadt, na Alemanha ás 09:03 GMT (07:03 pelo horário de Brasília), mas segundo a ESA, os sinais de rádio demoram 28 minutos para viajar da nave para a Terra, então a separação ocorreu exatamente ás 08:35 GMT, 06:35 GMT-3.

A descida para a superfície do cometa levará cerca de 7 horas, e enviará imagens de sua descida, logo após o feito, a sonda deverá mandar um relatório sobre sua "saúde".

A transmissão da descida na sonda Philae está sendo feita também pelo Astronomiaqui, clique aqui para acompanhar!

Reprodução: ESA



Postado por Gabriel

AO VIVO: Philae tenta pouso histórico em cometa!

     Nesta quarta-feira, 12 de novembro, a sonda Philae tentará um pouso inédito sobre a superfície de um cometa! O evento será transmitido ao vivo, e se tudo ocorrer como o planejado, será a primeira vez na história que uma nave realiza esse tipo de missão!


 ASSISTA AO VIVO!

 
     A nave-mãe Rosetta deverá liberar o pequeno explorador Philae às 06h35 (Brasília), quando estiver orbitando a apenas 22.5 km acima do cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, situado a 508 milhões de km da Terra. Sete horas após ser liberada, às 13h30 (Brasília), Philae deverá pousar sobre o cometa, em uma localidade batizada de Agilkia. Tudo será transmitido ao vivo pela Agência Espacial Europeia e poderá ser visto nesta página do Astronomiaqui. 

     Devido à distância até a Terra, os sinais enviados por Rosetta e Philae só deverão chegar à Terra 28 minutos depois de emitidos. Isso significa que as confirmações da separação e pouso serão feitas as 07h03 (Brasília) e 14h00 (Brasília). 

      Embora a etapa de separação não represente risco para a sonda Philae, a segurança do pouso sobre o local escolhido ainda é uma incógnita. 67P/Churyumov–Gerasimenko é uma rocha bastante irregular, que se move a 19 km/s e gira no espaço completando uma volta a cada 12 horas aproximadamente. Isso significa que a sonda Philae deverá pousar em um alvo em movimento e com solo de baixa densidade, quase poroso. Nestas condições, a sonda poderá sofrer avarias irreparáveis caso ocorram imprevistos de trajetória. 

 Estilingadas Gravitacionais

     Para atingir seu objetivo, desde que foi lançada em 2 de março de 2004, Rosetta recebeu algumas "estilingadas gravitacionais" da Terra e de Marte, que a ajudaram a ganhar mais velocidade. A primeira estilingada foi em 4 de março de 2005, quando a Terra arremessou a sonda em direção a Marte, que a mandou de volta ao nosso planeta em 25 de fevereiro de 2007. Em setembro de 2008 a nave sobrevoou o asteroide 2867 Steins e no final de 2009 Rosetta passou novamente pela Terra, quando recebeu um novo impulso gravitacional que a arremessou em direção ao asteroide 21 Lutetia. Após o estudo de Lutetia e Steins, situados na região conhecida como "cinturão de asteroides", localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter, Rosetta entrou em modo de hibernação, com o computador de bordo parcialmente ativado. Em 20 janeiro de 2014 a nave deixou o modo de hibernação e retomou as operações que a levarão até o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko Rosetta já orbitou o Sol por cinco vezes e segundo os responsáveis pelo projeto, essa é a mais complexa exploração de um cometa jamais vista. 

O cometa 

    O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko foi descoberto em 1969 por Konstantin Churyumov, da Universidade de Kiev, na Ucrânia e seu colega S. Gerasimenko, do Instituto de Astrofísica do Tajiquistão. A rocha tem um núcleo de cerca de 5 quilômetros de largura e orbita o Sol a cada 6.6 anos. Em seu afélio, ponto de maior afastamento do Sol, sua distância chega a atingir 857 milhões de quilômetros, enquanto seu periélio, menor distância da estrela, é de 186 milhões de quilômetros, um pouco maior que a distância da Terra ao Sol.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Postado por Gabriel

Espelho, luz e juventude

Deseja conferir uma imagem antiga sua mas não por meio de fotografias, filmagens e outras tecnologias dessa linha? Simples: olhe ao espelho.

A 30 centímetros de distância de um espelho, sua imagem chegará com um atraso de um nanosegundo. Isso significa 0,000.000.001 segundo – o mesmo que um segundo fracionado em um bilhão de partes.

Mas por que acontece tal atraso? Simples: trata-se do tempo que a luz leva para percorrer o espaço entre o item e o observador.

Veja outros exemplos:

- Caso você esteja a dois metros de um televisor, a imagem do aparelho chegará com 6,67 nanosegundos de atraso. Ou seja, um segundo dividido por aproximadamente 150 milhões;

- Um goleiro posicionado a 80 metros da meta adversária verá este gol com 266,67 nanosegundos de atraso. Ou seja, um segundo fracionado por 3,75 milhões;

- O circuito de Monza, palco do GP da Itália de Fórmula-1 possui 5,793 quilômetros de extensão. Em 2012, a volta mais rápida da prova foi registrada pelo alemão Nico Rosberg, da Mercedes: 1m27s239. Nesse tempo, a luz percorreu no vácuo aproximadamente 26,2 milhões de quilômetros;

- A luz solar refletida na Lua, a 384.400 quilômetros de nosso Planeta, demora 1,281 segundo para “chegar” à Terra. Já a luz do Sol, a 149.600.000 quilômetros, chega-nos diretamente com um atraso próximo a oito minutos e 19 segundos;

- Os astrônomos visualizam Saturno, 1,283 bilhão de quilômetro além da Terra, como “era” há 71 minutos;

- A sonda Voyager 1, a 18 bilhões de quilômetros de nosso planeta, seria vista como “era” há quase uma semana;

- Ao longo de um ano, a luz percorre aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros no vácuo. Essa distância é conhecida como ano-luz.

Da próxima vez em que olhar ao espelho, saiba que aquele é você um “pouquinho” mais jovem.

Postado por Rafael Ligeiro

Super Lua vista do espaço.

O que é Super Lua?
É quando a lua cheia coincide com o momento em que a Lua está mais próxima da Terra, ocorre uma Super Lua e a última aconteceu neste domingo, dia 10/08/2014.

Confira a Super Lua vista do espaço!!!








Créditos: http://www.artemjew.ru/2014/08/10/moonset/#prettyPhoto
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Postado por Deborah Fabri

AstroTV 07 - 5 curiosidades sobre Saturno

          Novo AstroTV no ar! Aqui falamos sobre algumas curiosidades super interessantes sobre o segundo maior Planeta do sistema solar, Saturno. Ajude a divulgar o vídeo!



                 
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Postado por Astronomiaqui

ABC da Astronomia


O ABC da Astronomia é uma série que viaja pelo alfabeto da língua portuguesa e, em 30 episódios, apresenta os principais conceitos da ciência que estuda as estrelas. A cada programa, o professor e astrônomo Walmir Cardoso nos mostra um tema derivado de uma letra. Animações, fotos espaciais e imagens de arquivo complementam a viagem espacial que traz, como grande diferencial, o ponto de vista do hemisfério sul sobre os temas e conceitos.



Episódio 1: Astronomia

Sinopse: Este é o episódio de abertura da série que fala das definições gerais da ciência, e principalmente da evolução histórica da Astronomia. Desde os primeiros olhares do homem até a Astronomia Extragaláctica. Dos Zigurates mesopotâmicos, ao Hubble, um convite ao universo.



Episódio 2: Ano luz

Sinopse: Uma unidade de tempo para medir distâncias astronômicas. As estratégias para calcular a velocidade da luz e as maneiras de encontrar distâncias entre os astros. Olhar para o céu é ver o que está no passado.


Episódio 3:  Big Bang

Sinopse: Será que tudo começou numa grande explosão? O programa mostra que a coisa é muito mais complexa. O universo segue em expansão acelerada e o nosso jovem Sistema Solar nascido 9,5 bilhões de anos do começo de tudo, viaja nessa expansão com toda a nossa galáxia.


Episódio 4: Cruzeiro do Sul

Sinopse: Ligar as estrelas e formar figuras é exercício de criação de todas as culturas. Mas o que é mesmo uma constelação? As estrelas do Cruzeiro do Sul têm alguma coisa em comum? Conheça algumas constelações dos indígenas brasileiros.


Episódio 5: Distâncias

Sinopse: Estamos falando de distâncias “astronômicas” e para isso precisamos de técnicas especiais de medida. Os ângulos e os efeitos que enganam nossos olhos e os que nos ajudam a criar métodos de medida no desafio de conhecer o universo.


Episódio 6: Estrelas

Sinopse: Elas são gigantescas fornalhas em constante atividade, produzindo energia e todos os elementos que compõem a natureza que conhecemos inclusive nós mesmos. Talvez seja por isso que nos encantem tanto quando olhamos para seu brilho no céu noturno.


Episódio 7:  Fases da Lua

Sinopse: É tudo um jogo de luz e sombra. O sistema Sol, Terra, Lua oferece belos espetáculos para nós, felizardos espectadores. Mas o que parece simples tem muitos detalhes que o programa esclarece.


Episódio 8: Galáxias

Sinopse: O conceito de Galáxia começou por definições filosóficas e hoje os observatórios contabilizam bilhões de imensos grupos de bilhões de estrelas, poeira, gás e formas pouco conhecidas de matéria. Dizem até que muitas delas têm nos seus núcleos super buracos negros.


Episódio 9:  Heliocentrismo

Sinopse: No início era a Terra o centro de tudo. Depois de muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.


Episódio 10: Invisível

Sinopse: A luz visível traz muita informação do universo, mas ela é apenas uma pequena parcela de todas as radiações que já detectamos no universo. A Astronomia do Invisível está em busca de mais segredos escondidos nas microondas, raios X, raios Gama.


Episódio 11: Júpiter

Sinopse: Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Episódio 12: Kepler

Sinopse: As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.


Episódio 13: Lua

Sinopse: Ela nasceu de uma colisão e influência nossas marés e embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em uma série de 6 missões que levaram 3 anos. Tem muito mais sobre a inspiradora de poemas nesse programa.


Episódio 14: Meteoros

Sinopse: Antes de chegar são METEORÓIDES, quando riscam a atmosfera são METEOROS. Quando são grandes e chegam ao nosso chão, são METEORITOS. Eles são tudo isso e nós os chamamos de Estrelas Cadentes. Ah... Também falamos das chuvas de METEOROS nesse episódio.


Episódio 15: Noite

Sinopse: O Sol vai embora e a noite começa. Mas porque a noite é escura?

As outras estrelas e todo o resto do universo não deviam brilhar no céu inteiro? A resposta a esta pergunta pode estar na teoria do Big Bang. É... A noite tem muitos mistérios.


Episódio 16: Observatórios

Sinopse: Os primeiros observatórios só usavam referências para o olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas cada vez mais surpreendentes.


Episódio 17: Planetas

Sinopse: Para os Gregos a palavra é errante, porque esses astros aparecem em posições diferentes no céu a cada dia. O Sol e a Lua já foram planetas. Já mandamos robôs para Vênus e Marte, e sondas para Júpiter Saturno e outros mais. Agora estamos olhando para planetas fora do Sistema Solar.


Episódio 18: Quadrantes

Sinopse: O Quadrante é uma ferramenta para olhar para o céu. Com um pouco de geometria e matemática os navegantes atravessaram oceanos. Com mais cálculo e mais matemática e com os Quadrantes mais sofisticados organizamos nossas descobertas sobre o céu.


Episódio 19: Rotação e Revolução

Sinopse: Quando a gente pensa nos movimentos da Terra e da maioria dos planetas fica fácil imaginar todos girando no mesmo sentido e na mesma direção. Mas nem sempre é assim. Tem planeta que “rola”, e tem planeta que gira ao contrário. E tem mais, muito mais no programa.


Episódio 20: Sol

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.


Episódio 21: Terra

Sinopse: A Terra só é do jeito que é por causa das coisas que aconteceram na sua superfície, inclusive por causa das plantas, dos animais e outras espécies que surgiram por aqui. Nós temos parte nisso tudo, mas já sabemos que a encrenca que armamos está em nossas mãos. 


Episódio 22: Universo

Sinopse: Essa palavra dá uma sensação de que a gente nunca chega lá. Então o programa tenta escalar as distâncias para termos uma noção mais próxima do humano das dimensões do que ainda temos por conhecer.


Episódio 23: Via Láctea

Sinopse: No céu é uma faixa clara. No espaço, é a nossa galáxia. No imaginário da Grécia antiga é um rio de leite. Na visão dos brasileiros originais é o caminho da Anta pela floresta. Na visão das nossas crianças... É preciso levá-las para onde possam vê-la.


Episódio 24: Wolf

Sinopse: Conhecer o Sol não é nada fácil. Além de todos os filtros e das sondas que já enviamos, é preciso criar referências. O número de WOLF cria uma das mais importantes para observar o comportamento das manchas solares.


Episódio 25: Raios X

Sinopse: O raio X atravessa nossos ossos e vira fotografia de dentro da gente.
Todas as estrelas emitem raio X. A maioria dos astros também, inclusive os buracos negros. Para ver os Raios X das estrelas, é melhor ir pra fora da Terra.


Episódio 26: Yuri Gagarin

Sinopse: Será que o primeiro homem fora da Terra já tinha decorado seu texto: “A Terra é azul”! Parece mais um espanto de um homem simples, mas nada era simples na guerra fria que acelerou a corrida espacial.


Episódio 27: Zodíaco

Sinopse: A faixa do ZODÍACO é notável porque o Sol e os planetas passam por ela ao longo do tempo. Era de se esperar que as estrelas da região fossem mais observadas gerando figuras na imaginação dos povos. Mas ela não é tão estática como muitos gostariam. Ela se transforma e hoje abriga 13 constelações. Acompanhe no programa.


Episódio 28: Constelações

Sinopse: Nesse episódio vamos viajar pelo céu como o vemos com nossos olhos, reconhecendo as estrelas mais brilhantes do céu. É um roteiro para o prazer de olhar o céu com amigos numa noite sem poluição.


Episódio 29: Vida

Sinopse: A gente tem uma noção intuitiva do que é a vida. Mas como identificá-la no Universo? Será que ela só se manifesta por aqui? Será que ela pode ter características totalmente diferentes da nossa? As pesquisas por vida inteligente vão chegar a algum resultado?


Episódio 30: Buracos Negros

Sinopse: Dá um pouco de medo imaginar um lugar que suga tudo pra dentro dele. Mas parece que se não fosse por um deles a nossa galáxia não estaria equilibrada. Essa ideia nasceu bem antes da cosmologia moderna mas ganhou forma nas equações de Enstein.



Créditos: www.tvescola.mec.gov.br






























quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Postado por Alison MB

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